Quem Somos

Se você gosta de pão, vai gostar da gente

A padaria O Pão nasceu da vontade de comer um pão artesanal, simples e de qualidade. Diferente dos pães que estávamos acostumados a consumir, a maioria repletos de química para dar “maciez” e “sabor.”

Acreditamos que uma alimentação saudável e composta de produtos naturais é a base para uma rotina de bem-estar e um dia-a-dia com mais energia.

Nossos pães são feitos de forma totalmente artesanal, livres de aditivos químicos, farinha de trigo especial e grãos selecionados. Resultado: pães saborosos, com a casca crocante e o miolo macio e alveolado.

Experimente começar o dia com um dos nossos deliciosos sabores.

Shelley de BottonShelley de Botton

Jornalista por formação e trabalhadora do terceiro setor por vocação, depois de 18 anos dedicados aos textos, decidi que já estava na hora de mudar de matéria prima.

Durante uma viagem ao estrangeiro, me vi diante de um milagre da gastronomia ancestral: um delicioso pão de fermentação natural. Era o ano de 2013 e ali mesmo decidi que iria me tornar padeira. Alguns cursos e meses depois, em 2014 nasceu a O Pão, primeiro somente fábrica, de uns tempos para cá, lojinha também.

Como ninguém é de ferro, hoje, além da padaria, me dedico à família e às corridas matinais que me servem de divã e ainda consomem os carboidratos em excesso. 

 

Lior Messer

Lior Messer

Sempre fui apaixonado por pães, mas nunca pensei em fazer. Até que um dia comprei um forno de pizza a lenha e decidi aprender a fazer a massa. Depois de muito tentar, acho que aprendi...

“Quem faz pizza, faz pão”, decretei, e fui aprender a fazer pães em casa. E saíram coisas boas. Minha esposa começou a comer pão sem glúten, olhou para mim e me lançou o desafio. E lá fui eu, para mais um aprendizado. O pão sem glúten fez tanto sucesso entre amigos e parentes que comecei a planejar a fabricação para venda.

E foi numa dessas coincidências da vida que conheci o casal Shelley e André, que buscavam um sócio. Cheguei na padaria às 6h para ver a produção, olhei aquilo tudo e nem pensei duas vezes:  “é isso que eu quero!”.

 

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